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Vítor Coelho da Silva

1º de Dezembro de 1640 - Rodrigo Sousa Castro

No dia 1º de Dezembro de 1640, um grupo de conjurados da nobreza portuguesa, aliados ao Povo de Lisboa, iniciaram uma gesta histórica que levou á restauração da Independência de Portugal. Durante décadas os portugueses travaram uma guerra continuada com Espanha, que concluiu no tratado de Lisboa com o reconhecimento pleno da Independência da nossa Pátria, da salvaguarda da nossa cultura, dos nossos costumes e da nossa língua, hoje uma lingua de expressão universal. Sem essa gesta , nada restaria hoje da nossa gloriosa história. 

DURAS BATALHAS SE SEGUIRAM: - Matias de Albuquerque vence os espanhois em Montijo ; D. André de Albuquerque derrota-os em Arronches; D.António de Luis Menezes, conde de Cantanhede vence nas linhas de Elvas e recebe o titulo de Marquês de Marialva ; o conde de Vila Flôr e Shomberg derrotam os espanhois em Ameixial , Pedro Jacques de Magalhães vence em Castelo Rodrigo e por fim em Montes Claros de novo o Marquês de Marialva obtem uma vitória definitiva sobre os espanhois.


É a estes herois e aos nossos soldados que eu presto a minha homenagem e afirmo a minha profunda gratidão enquanto cidadão. É em nome deste heróis que eu digo que os idiotas politicos que agora pensam riscar da memória colectiva a data mais importante da História Portuguesa desde quinhentos nao me merecem mais que uma profunda repulsa. Traidores á memória Pátria não hesitam em vendê-la por um prato de lentilhas.

Rodrigo Sousa Castro
[27-01-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

O meu sonho para Lamego por Rui Taborda

Não haveria paróquia em Portugal, nem faltariam comunidades religiosas no estrangeiro, que não recebessem um convite para vir fazer um retiro em Lamego, uma terra que, pela beleza da sua paisagem, pela concentração de monumentos religiosos e pela agrura do clima no inverno, proporciona as condições ideais para a reflexão.

Dificilmente haveria um clube ou associação de remo que não recebesse um convite para vir praticar o seu desporto de eleição nos rios Varosa e Balsemão. Percorrendo uma paisagem que, pela sua beleza é património mundial, estes rios têm privilegiadas condições para a prática de canoagem, hidrospeed e tantas outras actividades. Os praticantes destas modalidades, imunes ao frio nos seus típicos fatos de borracha, ir-se-iam deleitar.


Lamego seria um concelho que se orgulhava de ser único diferente e, ao entrar na cidade, sentir-se-ia que se estava na mais antiga zona vinhateira demarcada do mundo.

No meu sonho, Lamego tinha um Centro de Interpretação do Vinho e da Vinha que, graças ao trabalho de divulgação consistente junto dos clubes de amantes deste néctar, atraía apaixonados pelo produto dos quatro cantos do mundo e orientava-os para os nossos produtores e para as nossas quintas.

Os turistas ficavam encantados com a possibilidade de provarem os nossos vinhos, acompanhados de outros produtos da região como as moiras, o presunto ou a broa de Lalim, e de ficarem a saber como do Vinho Cheirante de Lamego nasceu o vinho fino - vulgarmente chamado Vinho do Porto -, com a importância do xisto e dos socalcos na produção e com muitas outras história e curiosidades que lá lhes eram contadas.

Havia um selo de qualidade que valorizava e garantia a autenticidade do que vendíamos. Estaria presente nos restaurantes, informando os visitantes quais os pratos tradicionais que eram confeccionados com produtos locais e nos produtos, fazendo, por exemplo, a distinção entre as bôlas ... 
[23-01-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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Já nas livrarias «A Grande Arte» de Rubem Fonseca

A Sextante acabou de lançar A Grande Arte, do escritor brasileiro Rubem Fonseca, numa edição que tem um prefácio do secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, e um posfácio do vencedor do prémio Nobel da Literatura, Mario Vargas Llosa. Trata-se, segundo a editora, de um romance sobre “o crime nas altas esferas sociais e no bas-fond do Brasil, assassinos profissionais, um advogado vingador e a “grande arte” de manejar uma arma branca.
Rubem Fonseca, que em 2003 venceu o Prémio Camões, já viu editados pela Sextante Editora os romances O seminarista e Bufo & Spallanzani, este último finalista do Prémio Literário Casino da Póvoa/Correntes d’Escritas.

Sobre o livro: «O assassinato de duas prostitutas, no Rio de Janeiro, que, de início, parece obra de um maníaco sexual, abre uma caixa de Pandora de onde vão brotando, no decorrer de uma ação trepidante, as complexas ramificações de um tenebroso sindicato do crime. A história passa-se em boîtes e bares sórdidos, em sumptuosas mansões do Rio, em vilarejos da fronteira entre a Bolívia e o Brasil, onde reinam a cocaína e o crime, bem como na interminável viagem de um comboio que percorre metade do Brasil com couchettes que rangem sob o peso de casais fazendo sexo.»
Do posfácio de Mario Vargas Llosa

«É necessário que A Grande Arte seja lido e relido, aberto em qualquer página a meio da noite, fechado com irritação ou anotado nas margens, como um código.
[…]
Enfim, A Grande Arte é um livro quase perfeito. O seu único defeito é ter um último capítulo. Um livro assim não pode terminar, bem vistas as coisas.»
Do prefácio de Francisco José Viegas

Retirado daqui: http://portalivros.wordpress.com/2012/01/19/ja-nas-livrarias-a-grande-arte-de-rubem-fonseca/
[20-01-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

O Horizonte vazio do capitalismo por Francisco Oneto

Fez esta segunda-feira oito dias, João Marques de Almeida, 'professor universitário' (é assim que se identifica), escrevia no “Económico”, defendendo a política de Passos Coelho, que a ideologia deste governo “de salvação nacional” é salvar “a legitimidade democrática da democracia portuguesa”, contra a acusação da oposição de que apenas prossegue «uma agenda “neo-liberal” (seja ela o que for porque ainda não vi alguém definir “neo-liberalismo”)»… Ora isto de dizer que não sabe o que é o neo-liberalismo é um tique ideológico que revela uma de duas coisas: ou ignorância ou desonestidade intelectual. E o que é igualmente grave é, também, o implícito insulto ao povo chileno. Fez-me lembrar os tipos que dizem que em Portugal não existiu fascismo, apenas um regime autoritário. Esta cortina de fumo visa descolar as coisas dos nomes, fugindo à verdade. 'Descolar' pode até ser eufemismo, pois do que se trata aqui, também, é de uma forma de agressão conceptual que pretende, desde logo, descredibilizar o adversário. Mas a situação é bastante clara, apesar da distorção e do ruído sistemático de que se nutre esta legitimidade hegemónica: a expressão apostólica do neoliberalismo nutre-se da sua própria negação. Recusa confrontar-se com a realidade imoral do seu passado ou com os efeitos nefandos das suas propostas. Por isso nega também a história e a historicidade da economia. Os modelos de tipo auto-regulado, como um termostato, necessitam sempre de uma ordem de complexidade superior. Por isso estes adeptos da Mão Invisível, que nos dizem que é preciso empobrecer, para que se concretize o modelo que advogam, necessitam também eles de uma meta-ordem que lhes assegure as políticas sujas de desmantelamento das instituições, por forma a que sem intermediações reguladoras, o factor trabalho fique desprotegido e sem reacção face à ofensiva dos saqueadores. Por isso eles precisam do Estado - para o cani... 
[18-01-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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4A Fabrica

4 A Fábrica – é um novo espaço, em Lisboa, com abertura a 13 de Dezembro, onde se cruzam a promoção e comercialização de ilustração e desenho, livros de artista, e de um modo geral obras de arte e edições de autor originais ou com tiragem limitadas. E convive, no mesmo espaço, com o atelier de pintura de Teresa Dias Coelho. Ponto de encontro de exposições, livraria dedicada à ilustração, lançamento de livros e workshops. Ao fim do dia misturam-se dois dedos de conversa, tertúlias ao sabor do vento, o aroma do café acabado de fazer, convivências e outras artes e aventuras.

 4A Fábrica localiza-se no 4A da Rua João Anastácio Rosa, junto ao Jardim da Estrela, com a estátua de Pedro Álvares Cabral à vista.

Morada: 

Rua João Anastácio Rosa, 4A, 1200-693 Lisbon, Portugal 

Telefone: 915346743 

Site: http://4afabrica.blogs.sapo.pt/
[16-01-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

O homem que sabia sonhar (talvez uma crónica)

O homem fala do horizonte dos nossos olhares, aconchegado nas suas nuvens, refém das suas miragens. A asa da ave desliza no vento tépido e acariciante. O sol aquece a ruela, as mãos do mendigo. As pernas e o íntimo. Alimenta a excitação das moças numa festa sem amantes. Prepara o fruto da flor que espera, enquanto o gato ronrona. Há roupa branca estendida a secar. Nos bolsos das crianças tilintam os berlindes coloridos, sempre prontos para jogar aos sonhos, aos ideais.

 

Por um fio do olhar persegue os pássaros e o vento. O cachorro que arrasta a trela. A chegada do crepúsculo que o sol concede na sua generosidade. A preguiça húmida e indecisa da paisagem. Como que a reviver um grande beijo na boca de todas as coisas. Dias de recordações mais felizes no castelo das memórias, as suas, que não se importa de partilhar. Eterno jovem, cólera desvanecida e fadiga apagada. Tão-somente um homem.

 

Colhe ramos de estrelas na noite, que coloca na mão que procura avidamente a palma de outra mão. O reencontrar dos dedos, tão ansiosos de harmonia. O silêncio, a melodia de harpa e flauta em doces tons. O cintilar das bocas enquanto brotam sorrisos. Não há lugar às lágrimas nas margens dos olhos. A brisa agita os cabelos, soltam-se os brilhos matizados. Olhares a dizer tanto sem pronunciar uma só palavra. Os corações sorriem, selando com um beijo ideias partilhados.

 

São assim os fins de tarde quando sol bebe demais, fica cor de vinho, preparando inebriado o seu anoitecer. Instantes de deslumbramento, acompanhando os sentimentos ao fim do dia. Olhando as prudentes colinas enquanto espera a lua amiga, redonda e risonha como nunca ninguém a soube pintar. Uma lição para o homem! Toda esta harmonia, entre o equilíbrio natural e o instinto. O sol parte despedindo-se dos espinhos nos roseirais e antes dos silvados ficarem cobertos de amoras. Com a promessa de voltar no dia seguinte.

 

O sol e o homem adormecem cada um com ... 
[11-01-2012] | António Paiva | 0 comentários

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Pavilhão multiusos de Lamego por Rui Taborda

Poderemos ver o recentemente inaugurado pavilhão de
multiusos de Lamego segundo muitas perspetivas.

É, certamente, diria eu, uma prova da capacidade
empreendedora de quem o construiu.

Já não estou tão certo que esta seja a melhor altura para
fazer esta obra e que este seja o melhor destino que se pode dar ao dinheiro
necessário para a sua construção e manutenção.

Qualquer pessoa, com um mínimo de conhecimentos, olhando
para as contas da Câmara, verifica que ela só sobrevive enquanto lhe
emprestarem dinheiro, visto que não gera receitas suficientes para pagar os
seus encargos.

Sabendo que a situação se vai agravar nos próximos anos
pois:

– irão diminuir as transferências do governo para as
autarquias;

– ao contrair empréstimos, aumentam-se os encargos e se já
não têm dinheiro para pagar os actuais...

– Cada vez que o concelho perde mais população, ficando,
assim, com menos gente, tal significa uma redução substancial nas receitas.

Não será que uma pequena parte dos 70 milhões de esforço
financeiro, que me dizem que este pavilhão vai custar aos cofres da autarquia
ao longo dos próximos 30 anos, se combinados com a capacidade empreendedora
existente, chegariam para apoiar os nossos produtores, rentabilizar o nosso
património e promover o muito de bom que Lamego tem e que aqui se faz?

Não seria essa a forma mais eficaz de trazer, de forma
sustentada, a prosperidade ao concelho?

Porque investimos naquilo que há por todo o lado e não no que
temos de único? Porque não valorizamos o que &ea... 
[10-01-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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2012, por Rui Taborda

Manda a tradição que, no início de cada Ano, se renove a esperança num futuro melhor.


Alicerça-se este desejo num conjunto de resoluções destinadas a torná-lo realidade. Ano Novo vida nova, diz o povo, e muitos são os que consubstanciam o adágio com o firme propósito, que normalmente não chega a durar uma semana, de deixar de fumar neste dia ou de começar a dedicar tempo a um qualquer projeto que consideramos importante.

2012 começou, no entanto, de forma atípica. O futuro deixou de depender de nós e do que fizermos. O que o Novo Ano nos trará parece, este ano, ter passado a depender da concretização de uma pertensa profecia, encerrada num calendário Maia ou em qualquer outro lugar, ou da vontade de umas deidades conhecidas como a Troika, que tecem o nosso destino, à semelhança do que faziam as Moiras - Três mulheres que, segundo a mitologia grega, era responsáveis por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida das pessoas e dos deuses.

Parecemos ter esquecido que o nosso destino depende sempre de nós e da nossa vontade e capacidade para o mudar.

Podíamos, tal como os Islandeses fizeram com sucesso, numa situação económica ainda mais dramática que a nossa, sair para a rua e lá ficar até que os políticos, que nos endividaram e enriqueceram com o nosso dinheiro, fossem julgados e pagassem com os seus bens as dívidas que criaram.

Mas, sair para a rua e lá ficar com este frio não é agradável e, por isso, preferimos ficar em casa e ver na TV as notícias, que dizem que, após terem condenado e confiscado os bens dos políticos irresponsáveis, os Islandeses estão a sair da crise e as previsões apontam para que a sua economia cresça a um ritmo três vezes superior à da média europeia. 

Podíamos  acreditar nas nossas capacidades e conhecimentos e seguir o exemplo daqueles que, do nada, criam empresas que em poucos anos passam a faturar milhões, mas não acredit... 
[02-01-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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História da marmelada em Portugal, por António Pinho

Os navegadores portugueses levavam sempre caixas de marmelada nas suas provisões de viagem.

Em 1497 Vasco da Gama na primeira viagem às Índias embarca nas nausa maior quantidade possível de marmelada para alimentação da tripulação que também serviu para presentear com marmelada os povos que encontrou pelo caminho, os africanos da costa oriental de África, de Moçambique a Calecute.

Vasco da Gama perdeu grande parte da sua tripulação por causa do escorbuto, cerca de dois terços, na viagem de descoberta porque ignorava que a marmelada que transportava os podia salvar. A doença é melhor conhecida nas viagens marítimas do século XVI.

Pedro Álvares Cabral também transportou o doce na expedição de descoberta do Brasil.

A 26 de Abril de 1500, após a celebração da primeira missa, foi servida marmelada como sobremesa ao jantar a bordo da nau capitania.

A irmã de Afonso de Albuquerque envia-lhe em 1512 marmelada e mel “rosado” para a Índia.

No livro D. João de Castro, (Livraria Civilização, Porto, 1945), sobre o vice-rei da Índia, a inglesa Elaine Sanceau fala da paixão do biografado por marmelada.

Em 1545, a sua mulher, Leonor Coutinho, que ficara em Lisboa, enviou-lhe por mar para Goa uma enorme caixa de marmelada, à guarda do mestre da nau, que jurou "por Deus" entregar o volume intacto ao destinatário. Era a única fraqueza de João de Castro, homem frugal, guerreiro, versado em ciências e administrador honrado.

O escorbuto era conhecido na época das navegações portuguesas (séculos XV e XVI) como "mal de Angola" pois era nas proximidades deste país que os sintomas da doença come&cce... 
[26-12-2011] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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A nossa separação de Patrícia Reis e Fernando Marques da Costa

MALTA: tenham um bom Natal.


A prenda que vos deixo é um romance em www.anossaseparacao.com


É uma brincadeira? É um exercício criativo? É literatura? Ou é um avião? Não faço ideia. Escrevi a meias com um amigo que não é escritor, trocámos emails e nunca falámos sobre isto. Está neste site disponível gratuitamente. Para quem gosta de ler. Parece um folhetim. Nós tivemos momentos de grande diversão com esta história. Divirtam-se também. E podem oferecer a quem quiserem, é gratuito, basta fazer o download.


A Nossa Separação


www.anossaseparacao.com
[24-12-2011] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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Hóstia 31-2012

Gosto daquela letra do Palma, "só te quero dizer, la-la-la-lara-la" porque quando fala é mesmo isso que percebo.

[27-01-2012] | Arcebispo de Cantuária

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“À Conversa com…” Francisco José Viegas

A Biblioteca Municipal de Viana do Castelo acolhe mais um “À Conversa Com…”. O autor convidado para a conversa da próxima sexta-feira (19 de Novembro) pelas 21h30 no auditório CouTo Viana, é Francisco José Viegas e o seu livro “O Mar em Casablanca”.

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Gonçalo M. Tavares - Matteo Perdeu o Emprego

«Matteo responde a um anúncio de emprego. Toca à campainha e uma mulher recebe-o. Mas a mulher apresenta uma particularidade estranha. É a primeira proposta de trabalho de Matteo em muitos meses: aceita-a. Mas Matteo não suporta aquele ofício durante muito tempo. Responde a um novo anúncio. Toca à campainha e um homem abre a porta e recebe-o. De novo, a mesma particularidade estranha.
Várias personagens e episódios sucedem-se como peças de dominó que vão caindo umas sobre as outras. As personagens cruzam-se e cada uma delas é abandonada quando surge a seguinte. São ligações sucessivas – até que se chega a Matteo, o homem que perdeu o emprego.»

Colocada por: Vítor Coelho da Silva

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