Coordenação:
Vítor Coelho da Silva

Consumers Upset and Confused Over E-Book Pricing

By Jeremy Greenfield, Editorial Director, Digital Book World, @JDGsaid

Publishers are making a killing on e-books because they cost nothing to produce, distribute and sell and are almost 100% pure profit. At least, that’s what many consumers think.

“E-books cost almost as much as printed books but are phenomenally cheaper to create,” said Trevor Doyle, 39, a teacher from Ione, Calif.

“There’s so much less cost involved – no material, relatively low distribution cost, no inventory costs, transportation,” said Michelle Barrineau, 42, a sales analyst from Ft. Lauderdale, Fla.

While consumers understand the basic costs involved in the bricks-and-mortar retail world, they don’t understand the costs involved in selling something that is, well, much, much smaller than a bread box.

Ler mais aqui: http://www.digitalbookworld.com/2012/consumers-upset-and-confused-over-e-book-pricing/
[18-05-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Um discurso feito pelo embaixador Guaicaípuro Cuatemoc, de ascendência indígena, sobre o pagamento da dívida externa do seu país, o México, embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Europeia.

· A Conferência dos Chefes de Estado da União Europeia, Mercosul e Caribe, em Madrid, viveu um momento revelador e surpreendente: os Chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irónico, cáustico e historicamente exacto. 

· Eis o discurso: 

· "Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" há 500... O irmão europeu da alfândega pediu-me um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram. O irmão financeiro europeu pede ao meu país o pagamento, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu explica-me que toda a dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros, sem lhes pedir consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no "Arquivo da Companhia das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos de 1503 a 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América. 

· Teria aquilo sido um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento! 

· Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão. 

· Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a actual civilização europeia se devem à inundação dos metais preciosos tirados das Américas.

· Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas uma indemnização por perdas e danos.

· Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.

· Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra e de outras conquistas da civilização. 

· Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional responsável ou pelo menos produtivo desses fundos? 

· Não. No aspecto estratégico, ... 
[18-05-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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Almeida Faria e Bárbara Assis Pacheco na Fonte de Letras, sexta-feira, 25 de Maio às 19h

As Edições Tinta-da-China e a Livraria Fonte de Letras têm o prazer de o convidar para a apresentação do livro O Murmúrio do Mundo, de Almeida Faria, e para a inauguração da exposição de desenhos de Bárbara Assis Pacheco.
Sexta-feira, 25 de Maio, às 19h, na Fonte de Letras.
[17-05-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Manifesto para uma esquerda livre por Daniel Oliveira in "Arrastão"

Portugal afunda-se, a Europa divide-se e a Esquerda assiste, atónita.

As raízes desta crise estão no desprezo do que é público, no desperdício de recursos, no desfazer do contrato social, na desregulação dos mercados, na desorientação dos governos, na desunião europeia e na degradação da democracia.

Em Portugal e na Europa, a direita domina os governos, as instituições e boa parte do debate público. A direita concerta-se com facilidade, tem uma agenda ideológica e um programa para aplicar. A direita proclama que o estado social morreu e que os direitos, a que chamam adquiridos, são para abater.

Em Portugal e na Europa, a esquerda está dividida entre a moleza e a inconsequência. Esta esquerda, às vezes tão inflexível entre si, acaba por deixar aberto o caminho à ofensiva reacionária em que agora vivemos, e à qual resistimos como podemos. Resistir, contudo, não basta.

É necessário reconstruir uma República Portuguesa digna da palavra República e construir uma União Europeia digna da palavra União.

É preciso propor aos portugueses, como aos outros europeus, um horizonte mais humano de desenvolvimento, um novo caminho para a economia e um novo pacto de justiça social.

É possível fazê-lo. Uma esquerda corajosa deve apresentar alternativas concretas e decisivas para romper com a austeridade e sair da crise, debatidas de forma aberta e em plataformas inovadoras.

A democracia pode vencer a crise. Mas a democracia precisa de nós.

Apelamos a todos aqueles e aquelas que se cansaram de esperar – que não esperem mais.

É a nós todos que cabe construir:

UMA ESQUERDA MAIS LIVRE, com práticas democráticas efetivas, sem dogmas nem cedências sistemáticas à direita, liberta das suas rivalidades, do sectarismo e do feudalismo político que a paralisa. Uma esquerda de cidadãos dispostos a trabalhar em conjunto para que o país recupere a esperança de viver numa sociedade próspera e solidária.

UM PORTUGAL MAIS IGUAL, socialmente mais justo, que respeite o direito ao trabalho condigno e combata as injustiças e desigualdades que o tornam insustentável. Um país decidido a superar a crise com uma estratégia de desenvolvimento económico e social, com uma economia que respeite as pessoas e o ambiente, numa democracia mais representativa e mais participada, com um Estado liberto dos interesses particulares que o parasitam.

UMA EUROPA MAIS FRATERNA, à altura ... 
[16-05-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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Lançamento de «Luto pela Felicidade dos Portugueses» de Rui Zink.

Quarta-feira, 23 de Maio de 2012, das 18:30 até 20:00A 

Planeta e a Fnac têm o prazer de convidar V. Ex.ª para o lançamento do livro «LUTO PELA

 FELICIDADE DOS PORTUGUESES» de RUI ZINK 

O actor André Gago lerá alguns excertos.



FNAC Colombo


1500-392 Lisboa
[16-05-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Neste momento, não necessitamos de partidos por Rui Taborda

Para que servem hoje os partidos? Para nos dividir e manter ocupados, discutindo qual deles é o pior, enquanto a nível local e a nível central nos endividam com obras de embelezamento que enchem o olho dos eleitores, mas que em nada contribuem para desenvolver o país ou as regiões?

A verdade é que, independentemente do partido a que pertencessem, todos os candidatos ao poder mentiram descaradamente dizendo que iriam fazer mais  e exigir menos dos portugueses.  Todos prometeram, como se isso fosse possível, baixar os impostos e aumentar as pensões, investir mais na educação, na saúde, na justiça, na segurança e nas vias de comunicação.

Nas autarquias, de norte a sul do país e independentemente da força política que as governasse, endividaram-se para construir, por todo o lado, pavilhões, rotundas e fazer todo o tipo de obras de fachada e de cosmética destinadas a deslumbrar incautos e garantir os votos para a sua reeleição.

O povo, que é mais esperto e atento do que os políticos pensam, deixou, na sua maioria, de votar, depois de perceber que os dirigentes partidários dizem todos o mesmo e que não há qualquer ideologia ou convicção no que defendem.

É neste contexto que não precisamos de partidos que nos dividam para continuarem a fazer todos o mesmo que até aqui. Necessitamos de “unidos”,  como contraponto aos partidos, que congreguem esforços para recuperar este país.

Não é por acaso que a Islândia, que hoje recupera rapidamente a sua situação económica, a primeira coisa que fez, para dar início a esse processo, foi afastar do poder e dos órgãos de soberania os políticos que exerciam funções quando o país faliu. 

Não é por acaso que, enquanto o Governo Português levava o país à falência, a Bélgica esteve 541 dias sem governo e permanece  sem necessitar de qualquer ajuda económica.

Continuamos a ter, no poder central, governantes sem qualquer rumo que se limitam a fazer o que a Troika lhes manda e, no poder local, irresponsáveis que cada vez nos endividam mais, para realizar obras de cosmética em vez de investirem seriamente no que as suas autarquias necessitam para gerar empregos e riqueza para as suas populações. Melhor seria poupar o dinheiro dos seus salários de governantes, das suas mordomias e das outras despesas exorbitantes que geram.
Contrariamente ao que nos querem fazer acreditar, Portugal tem muitas empresas com grande valor e ge... 
[16-05-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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Crónica de Segunda - Aviões

Não gosto do “Ídolos”, como aliás não gosto de nenhum dos seus congéneres, “Operações Triunfo”, “Vozes de Portugal” e quejandos festivais da otite, mas gosto ainda menos do “Ídolos” do que dos outros porque associa ao triste engodo de uma carreira de sucesso a um bando de impúberes sonhadores de luzes e estrelato, o extra da humilhação pública, ingrediente essencial para obter audiências. Um carcamano boçal (alegremo-nos, de início eram dois!), de talentos musicais desconhecidos, é pago, felizmente não do erário público, para amesquinhar adolescentes transidos, as futuras estrelas que nos hão-de encher os ecrãs e os ouvidos com indiscutíveis talentos de durabilidade entre 3 a 6 meses, mostrando-lhes, enfim, quem manda – faz-me sempre recordar um personagem de Lobo Antunes que se servia das criadas mas sempre sem tirar o chapéu para mostrar quem mandava.

Teve, porém, este programa a veleidade, pela mão de um dos seus imberbes concorrentes, já não sei qual – o programa não está feito para que nos lembremos deles – nem se foi aprovado para o distinto grupo que domingo após domingo há-de encher as “galas” do programa (eu ainda sou do tempo em que uma gala era um espectáculo de excelência onde eram convidados os mais talentosos cantores ou bandas, os mesmos que agora se sentam em casa a ver o seu lugar ocupado por estudantes de vedeta no desemprego), de trazer para uma velha canção de 2009 que poucos conheciam para o topo dos airplays. Acho mesmo que o rapaz, terminadas as hostilidades idólicas, deveria ser medalhado pelos “Azeitonas” por os ter catapultado para festivais de verão e queimas de fitas.

Falo, claro, de “Anda comigo ver os aviões”. Conheço uma meia dúzia de músicas dos “azeitonas” mas também não conhecia esta e fiquei, como muitos, encantada pela sua melodia e lirismo adocicado. E vinha eu, por aqui abaixo, cheia de ganas de escrever crónica, não sobre os “Ídolos” nem sobre este interprete que já esqueci mas sim sobre esta música, ou melhor ainda sobre a ideia desta m&uacut... 
[14-05-2012] | Alexandra Malheiro | 0 comentários

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Estigma, estigma quem és tu por FERREIRA FERNANDES in "DN"

Pedro Passos Coelho ficou com o estigma de ter dito uma tolice. Louçã, Seguro, Jerónimo caíram-lhe em cima. Estigmatizaram Passos Coelho. Mas, sabem?, eu estou-me nas tintas para os estigmatizadores e, até, para os estigmas. O meu problema é a tolice. A tolice dita: "Despedir-se ou ser despedido não tem de ser um estigma, tem de representar também uma oportunidade para mudar de vida." A tolice repetida: "Estar desempregado não pode ser, para muita gente, como é ainda hoje em Portugal, um sinal negativo." E ainda a tolice servida com dose de hipocrisia: "[Os desempregados] perceberão que terão, por parte do Estado, o apoio devido para se prepararem para um futuro." 

Tudo frases de Passos Coelho, e eu diria que também me estava nas tintas para o estigmatizado que disse as tolices, não fosse a última versão - garantindo "por parte do Estado, o apoio devido" - ser cínica, porque veio de um primeiro-ministro. Dito isto, o problema é a tolice. É que o problema do desemprego não é o estigma - é mesmo o desemprego. É que o problema não é de como se olha o desempregado ou de como ele se sente olhado - é ele não ter uma coisa: trabalho. Não essa ideia, não. Essa coisa. Do que menos precisamos é de um primeiro-ministro armado em psicólogo. Queremos um primeiro-ministro que trate das coisas. Podia começar por isto: arranjar quem lhe corrija os discursos. Sem receio que isso cause estigmas em alguns inúteis.

Veio daqui: http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=2514559&seccao=Ferreira+Fernandes&tag=Opini%EF%BF%BDo+-+Em+Foco
[13-05-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

Nick Malkoutzis: “Ninguém sabe que impacto terá a saída da Grécia do euro” por Jorge Nascimento Rodrigues in "Janela na Web"

Um dos medos acerca de uma saída da Grécia do euro é que ninguém sabe mesmo que impacto teria. Aquilo com que muita gente está preocupada é com um colapso do sistema bancário. A que acresce o facto de que, tendo de desvalorizar fortemente a nova moeda, o dracma, a hiperinflação surgiria entretanto e as dificuldades em importar produtos básicos, petróleo e medicamentos disparariam”, diz Nick Malkoutzis, editor da versão em inglês do jornal grego “Kathimerini”, um dos mais influentes, em entrevista. A edição diária em inglês é publicada em parceria com o International Herald Tribune.

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ENTREVISTA por Jorge Nascimento Rodrigues


ENTREVISTA por Jorge Nascimento Rodrigues

P: O Memorando de Entendimento (MoU) com a troika tem mesmo de ser mudado, depois da derrota que sofreu nas urnas?

R: Convém distinguir dois aspetos no MoU – as reformas estruturais e as metas orçamentais. Quanto às primeiras, elas são vitais. Mas há uma área em que tais reformas estruturais podem ser polémicas, na questão da reforma do mercado laboral. A opinião pública grega não ficou convencida que a abolição dos contratos coletivos de trabalho e a baixa do salário mínimo beneficiarão a população ou o país.

P: Isso quer dizer que as metas orçamentais são a parte que atrai a maior discordância mesmo dos sectores moderados do espectro político?

R: Nesse campo, tem de haver uma flexibilização das exigências da troika. A própria realidade mudou: a troika previa que a economia grega se contrairia 4,5% este ano. Ora, muitos economistas preveem que chegue aos 7%. Isto significa que no espaço de apenas quatro anos, a nossa economia caiu quase 25%. Isto é devastador. E torna difícil alcançar quaisquer metas no rendimento que possam reduzir o défice orçamental. Isto tem de ser reexaminado antes que a nossa economia seja completamente destruída. Não há qualquer forma de cumprir o programa se a capacidade da Grécia pagar a sua dívida está afetada pelo aprofundamento da recessão.

P: Se caminhar para novas eleições em meados de junho, há o risco de uma bancarrota na Grécia, já que coincidiria com a revisão regular feita pela troika ao andamento do plano de resgate?

R: A troika desbloqueou uma parte da tranche de 5,2 mil milhões de euros, mas este dinheiro é apenas para servir a dívida e não para os gastos públicos. Para além disso, a Grécia parece dispor de dinheiro até junho. Se não obtiver a tranche se... 
[13-05-2012] | Vítor Coelho da Silva | 0 comentários

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Fez merda e foi-lhe dada ordem de prisão de ventre.

[17-05-2012] | Arcebispo de Cantuária

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Várias personagens e episódios sucedem-se como peças de dominó que vão caindo umas sobre as outras. As personagens cruzam-se e cada uma delas é abandonada quando surge a seguinte. São ligações sucessivas – até que se chega a Matteo, o homem que perdeu o emprego.»

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