<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?><rss version="0.91"><channel><title>PNETcrónicas</title><link>http://www.pnetcronicas.pt</link><description></description><language>pt-pt</language><item><title>Porto Editora e Sextante Editora - Sete lançamentos e um prémio no Correntes D’Escritas 2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4842</link><description><![CDATA[<img src=http://www.pnetcronicas.pt/imagens/201223105712_28.JPG border=0><br/><br>Há muito que se aguardava pela confirmação da sua presença - hoje, pode-se afirmar que, finalmente, Rubem Fonseca estará no Correntes D'Escritas, evento promovido pela Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, e participará na 1.ª mesa, &quot;A escrita é um risco total&quot;, agendada para as 17:00 do dia 23 de fevereiro. Durante o evento, será apresentada a recente edição de A grande arte, publicada pela Sextante Editora.<br /><br />Mas há outros pontos altos a destacar, como o lançamento do livro <i><b>Últimas Notícias do Sul</b></i>, de Luis Sepúlveda e Daniel Mordzinski, (17:00, 24 de fevereiro), uma obra onde o talento de ambos se expressa com particular relevo. A propósito de lançamentos, a Porto Editora e a Sextante Editora aproveitam o Correntes D'Escritas para apresentar (22:00, 23 de fevereiro) os seguintes livros:<br /><br />• <i><b>Lágrimas na Chuva</b></i>, de Rosa Montero;<br />• <i><b>Cinzas de Abril</b></i>, de Manuel Moya;<br />• <b><i>Travessa D'Abençoada</i></b>, de João Bouza da Costa;<br />• <b><i>Uma Fazenda em África</i></b>, de João Pedro Marques;<br />• <i><b>Às vezes o Mar não Chega</b></i>, de Sofia Marrecas Ferreira.<br /><br />Todos estes autores participarão também nas várias mesas programadas pelo Correntes D'Escritas, sendo de sublinhar ainda a presença Alberto S. Santos, Jaime Rocha e Gonçalo M. Tavares.<br /><br />Destaque, ainda, para o Prémio Literário Conto Infantil Ilustrado Correntes D'Escritas/Porto Editora, que será entregue no encerramento do evento, agendado para as 18:00 de 25 de fevereiro. Os vencedores deste Prémio serão conhecidos na Sessão Oficial de Abertura (11:00, dia 23 de fevereiro), altura em que será também divulgado o(a) vencedor(a) do Prémio Casino da Póvoa, para o qual estão nomeados três livros da Sextante Editora e um da Porto Editora:<br /><br />• <i><b>A Cidade de Ulisses</b></i>, Teolinda Gersão, Sextante<br />• <i><b>Bufo e Spallanzani</b></i>, Rubem Fonseca, Sextante<br />• <b><i>Do Longe e do Perto - Quase Diário</i></b>, Yvette Centeno, Sextante<br />• <b><i>O Homem que Gostava de Cães</i></b>, Leonardo Padura, Porto Editora <br /><b>Os autores da Porto Editora e da Sextante Editora nas mesas do Correntes D'Escritas</b><br /><br /><b>MESA 1<br /></b>Dia 23 de Fevereiro, quinta-feira, 17h00 (Auditório Municipal)<br />Tema: &quot;A Escrita é um risco total&quot; - Eduardo Lourenço<br />Participantes: Almeida Faria, Ana Paula Tavares, Eduardo Lourenço, Hélia Correia e Rubem Fonseca<br />Moderador: José Carlos de Vasconcelos<br /><br /><b>MESA 2<br /></b>Dia 24, sexta-feira, 10h30 (Auditório Municipal)<br />Tema: &quot;O fim da arte superior é libertar&quot; - Fernando Pessoa<br />Participantes: Alberto S. Santos, Fernando Pinto do Amaral, José Jorge Letria, Luís Quintais, Sofia Marrecas Ferreira e Care Santos<br />Moderador: João Gobern<br /><br /><b>MESA 3<br /></b>Dia 24, sexta-feira, 15ho0 (Auditório Municipal)<br />Tema: A Poesia é o resultado de uma perfeita economia das palavras<br />Participantes: Jaime Rocha, João Luís Barreto Guimarães, Manuel António Pina, Manuel Rui e Margarida Vale de Gato<br />Moderador: Ivo Machado<br /><br /><b>MESA 4<br /></b>Dia 24, sexta-feira, 17h30 (Auditório Municipal)<br />Tema: Toda a literatura é pura especulação<br />Participantes: Eduardo Sacheri, Inês Pedrosa, João Bouza da Costa, Manuel Jorge Marmelo, Pedro Rosa Mendes e Rosa Montero<br />Moderadora: Bia Corrêa do Lago<br /><br /><b>MESA 5<br /></b>Dia 24, sexta-feira, 22h00 (Auditório Municipal)<br />Tema: A escrita é um investimento inesgotável no prazer<br />Participantes: Afonso Cruz, Ana Luísa Amaral, Júlio Magalhães, Manuel Moya, Rui Zink e Valter Hugo Mãe<br />Moderador: Henrique Cayatte<br /><br /><b>MESA 6<br /></b>Dia 25, sábado, 10h30 (Auditório Municipal)<br />Tema: Da crise da escrita não se pode fugir<br />Participantes: Carmo Neto, João Pedro Marques, Miguel Real, Sandro William Junqueira, Valeria Luiselli e Salgado Maranhão<br />Moderador: Onésimo Teotónio Almeida<br /><br /><b>MESA 7<br /></b>Dia 25, sábado, 16h00 (Auditório Municipal)<br />Tema: &quot;As ideias são fundos que nunca darão juros nas mãos do talento&quot; - Antoine Rivarol<br />Participantes: Eugénio Lisboa, Gonçalo M. Tavares, Helena Vasconcelos, João de Melo, Luis Sepúlveda e Onésimo Teotónio Almeida<br />Moderadora: Maria Flor Pedroso<br /><br /><b>Dia 27, segunda-feira, 18:30, Instituto Cervantes</b><br />Rosa Montero e Inês Pedrosa à conversa a propósito do livro <i>Lágrimas na Chuva</i><br /><br /><b>MESA 8</b><br />Dia 28, terça-feira, 18h30 (Instituto Cervantes, Lisboa)<br />Tema: Traços de crise enriquecem o texto literário<br />Participantes: Afonso Cruz, Ana Paula Tavares, Care Santos, Manuel Moya e Valeria Luiselli<br />Moderadora: Helena Vasconcelos </br>]]></description></item><item><title>Hóstia 37-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4841</link><description><![CDATA[
Dizem que a justiça é cega mas eu acho que em Portugal é só zarolha.]]></description></item><item><title>Hóstia 36-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4840</link><description><![CDATA[
Eu não acredito em coxas mas que as HÁ, há.]]></description></item><item><title>Hóstia 35-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4839</link><description><![CDATA[ 
Fui trocar dois dedos de conversa e vim-me embora com as mãos a abanar.]]></description></item><item><title>não!, não é uma crónica!</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4838</link><description><![CDATA[em pousio - acometido de um surto de pardo sossego; j&aacute; que escrever n&atilde;o &eacute; tarefa, ler n&atilde;o &eacute; ocupa&ccedil;&atilde;o, intelig&ecirc;ncia &eacute; coisa que a ignor&acirc;ncia n&atilde;o suporta. quero l&aacute; saber; at&eacute; porque cultura n&atilde;o &eacute; minist&eacute;rio &eacute; secretaria. antes de sair vou ousar - coloco um broche alaranjado na lapela - rosa j&aacute; n&atilde;o &eacute; moda.]]></description></item><item><title>Hóstia 34-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4837</link><description><![CDATA[
Os que acreditam que descendemos de extraterrestres crêem num deus eterno e ovnipresente.]]></description></item><item><title>Hóstia 33-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4836</link><description><![CDATA[
Napoleão não era um homem baixo. Os outros é que eram todos muito altos.]]></description></item><item><title>Hóstia 32-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4835</link><description><![CDATA[
Na eleição de um novo Papa, todos os católicos deviam poder exercer o seu direito de ex-voto.]]></description></item><item><title>1º de Dezembro de 1640 - Rodrigo Sousa Castro</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4834</link><description><![CDATA[<img src=http://www.pnetcronicas.pt/imagens/201212719196_28.JPG border=0><br/><br>No dia 1º de Dezembro de 1640, um grupo de conjurados da nobreza portuguesa, aliados ao Povo de Lisboa, iniciaram uma gesta histórica que levou á restauração da Independência de Portugal. Durante décadas os portugueses travaram uma guerra continuada com Espanha, que concluiu no tratado de Lisboa com o reconhecimento pleno da Independência da nossa Pátria, da salvaguarda da nossa cultura, dos nossos costumes e da nossa língua, hoje uma lingua de expressão universal. Sem essa gesta , nada restaria hoje da nossa gloriosa história. </br><br>DURAS BATALHAS SE SEGUIRAM: - Matias de Albuquerque vence os espanhois em Montijo ; D. André de Albuquerque derrota-os em Arronches; D.António de Luis Menezes, conde de Cantanhede vence nas linhas de Elvas e recebe o titulo de Marquês de Marialva ; o conde de Vila Flôr e Shomberg derrotam os espanhois em Ameixial , Pedro Jacques de Magalhães vence em Castelo Rodrigo e por fim em Montes Claros de novo o Marquês de Marialva obtem uma vitória definitiva sobre os espanhois.</br><br><br />É a estes herois e aos nossos soldados que eu presto a minha homenagem e afirmo a minha profunda gratidão enquanto cidadão. É em nome deste heróis que eu digo que os idiotas politicos que agora pensam riscar da memória colectiva a data mais importante da História Portuguesa desde quinhentos nao me merecem mais que uma profunda repulsa. Traidores á memória Pátria não hesitam em vendê-la por um prato de lentilhas. </br><br><b><i>Rodrigo Sousa Castro</i></b></br>]]></description></item><item><title>Hóstia 31-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4833</link><description><![CDATA[
Gosto daquela letra do Palma, "só te quero dizer, la-la-la-lara-la" porque quando fala é mesmo isso que percebo.]]></description></item><item><title>Hóstia 30-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4832</link><description><![CDATA[
Afinal, quem são os Neandertais e quais? Não me agrada a ideia de descender de uma generalização ou de uma imprecisão pré-histórica.]]></description></item><item><title>Hóstia 29-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4831</link><description><![CDATA[
Quando Deus saiu de casa, disse que ia só lá fora dar um big bang e nunca mais voltou.]]></description></item><item><title>Hóstia 28-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4830</link><description><![CDATA[
Fazer um "curso de formação de formadores" não é tirar um curso é adquirir uma redundância]]></description></item><item><title>Hóstia 27-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4829</link><description><![CDATA[
Ele era dos Camarões, ela do Peru. Comeram-se.]]></description></item><item><title>Hóstia 26-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4828</link><description><![CDATA[
Não se consegue fazer "like" na página do Homem Invisível no Facebook.]]></description></item><item><title>Hóstia 25-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4827</link><description><![CDATA[
Esperança, se te apanho a esfumar, mato-te.]]></description></item><item><title>O meu sonho para Lamego por Rui Taborda</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4826</link><description><![CDATA[<img src=http://www.pnetcronicas.pt/imagens/20121232264_28.JPG border=0><br/><br><br>Não haveria paróquia em Portugal, nem faltariam comunidades
religiosas no estrangeiro, que não recebessem um convite para vir fazer um
retiro em Lamego, uma terra que, pela beleza da sua paisagem, pela concentração
de monumentos religiosos e pela agrura do clima no inverno, proporciona as
condições ideais para a reflexão.<br /> <br /> Dificilmente haveria um clube ou associação de remo que não recebesse um
convite para vir praticar o seu desporto de eleição nos rios Varosa e Balsemão.
Percorrendo uma paisagem que, pela sua beleza é património mundial, estes rios
têm privilegiadas condições para a prática de canoagem, hidrospeed e tantas
outras actividades. Os praticantes destas modalidades, imunes ao frio nos seus
típicos fatos de borracha, ir-se-iam deleitar.</br> <br><br /> Lamego seria um concelho que se orgulhava de ser único diferente e, ao entrar
na cidade, sentir-se-ia que se estava na mais antiga zona vinhateira demarcada
do mundo. <br /> <br /> No meu sonho, Lamego tinha um Centro de Interpretação do Vinho e da Vinha que, graças
ao trabalho de divulgação consistente junto dos clubes de amantes deste néctar,
atraía apaixonados pelo produto dos quatro cantos do mundo e orientava-os para
os nossos produtores e para as nossas quintas.<br /> <br /> Os turistas ficavam encantados com a possibilidade de provarem os nossos
vinhos, acompanhados de outros produtos da região como as moiras, o presunto ou
a broa de Lalim, e de ficarem a saber como do Vinho Cheirante de Lamego nasceu
o vinho fino - vulgarmente chamado Vinho do Porto -, com a importância do xisto
e dos socalcos na produção e com muitas outras história e curiosidades que lá
lhes eram contadas. </br> <br>Havia um selo de qualidade que valorizava e garantia a
autenticidade do que vendíamos. Estaria presente nos restaurantes, informando
os visitantes quais os pratos tradicionais que eram confeccionados com produtos
locais e nos produtos, fazendo, por exemplo, a distinção entre as bôlas
confecionadas com presunto de Lamego e as outras com presuntos de proveniência
duvidosa.</br><br>Por todo o lado se veriam guias a orientar grupos na visita aos monumentos do
concelho que financiavam a sua manutenção com a venda das mais diversas
recordações, tais como postais, porta-chaves, pins, etc., etc. </br> <br>Os hotéis estavam cheios. As pessoas vinham para os retiros,
as mais diversificadas conferências sobre uma infinidade de temas, tais como
vinho, história, património. Lamego, com a sua cultura e monumentos, é o postal
ilustrado ideal para a realização destas iniciativas. </br><br> <br /> Os produtores não tinham mãos a medir. Os visitantes, depois de conhecerem,
provarem e saberem como se fazem os nossos produtos de excecional qualidade,
partiam carregados com eles. Nas suas terras, divulgavam-nos junto de amigos e
conhecidos fazendo com que, no ano seguinte, mais gente procurava aquilo que em
Lamego se produz. <br /> <br /> A população estaria a aumentar pois cada vez os produtores necessitavam de mais
gente para terem o suficiente para satisfazer a procura. Era necessária gente
para realizar as inspeções às produções e aos locais que exibiam o Selo de
Qualidade. Cada dia que passava eram necessários mais guias, mais gente a
produzir e a vender recordações.<br /> <br />  A fama de Lamego ter-se-ia espalhado e
muitos seriam os que, levados pela curiosidade, viriam nos fins-de-semana
conhecer este belo concelho, os seus monumentos e os seus produtos. <br /> <br /> Os lucros gerados faziam aumentar as receitas municipais, com as quais se realizava
todo o tipo de obras de beneficiação na cidade e no concelho, que não parava de
prosperar.<br /> <br /> Infelizmente, é apenas um sonho de quem tem orgulho em mostrar o concelho e os
seus produtos. Alguém que acredita que basta investir na divulgação e na
rentabilização do que temos e no apoio aos produtores e aos seus produtos, para
transformar este sonho em realidade.</br> <br>Não é
preciso muito para devolver a Lamego a prosperidade de outros tempos. É
necessário, apenas, ter vaidade em ser lamecense e orgulho na nossa história e
no muito que temos. </br>É no que somos e no que Lamego é que está o nosso futuro.</br><br><br /></br><br><b><i>Rui Taborda</i></b></br>]]></description></item><item><title>Hóstia 24-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4825</link><description><![CDATA[
Será que o cartão de deputado acumula pontos de desconto nas Lojas Maçónicas?]]></description></item><item><title>Hóstia 23-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4824</link><description><![CDATA[
Os tweets dos Açores aparecem sempre 1 hora depois.]]></description></item><item><title>Desisto de ter Internet ou tenho que ir lá eu tratar deles?</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4823</link><description><![CDATA[Estou. Muito. Farto. Dos. Roubos. De. COBRE.
 
Porquê?
Por isto:
 
Cobre: roubos em Janeiro:
 




noite de 1 para 2
período sem Internet: dias 2 e 3

noite de 5 para 6
período sem Internet: dias 6 e 7

noite de 10 para 11


período sem Internet: dias 11 e 12

noite de 19 para 20
período sem Internet: dias 20 e 21

noite de 22 para 23
período sem Internet: dias 23 e 24


Dias entre 1 e 24 de Janeiro: 24
Nr. de dias sem serviço de linha telefónica/telefone fixo/Internet: 10 (41,7%)
Nr. de roubos de cobre: 5 (1 roubo a cada 3,5 dias, 1/5 das noites, 20,8% de probabilidade de roubo em cada noite).


Não vale a pena dizer mais nada...
]]></description></item><item><title>Hóstia 22-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4822</link><description><![CDATA[
Às vezes acho que sou mais fadista que o Papa.]]></description></item><item><title>Hóstia 21-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4821</link><description><![CDATA[
Ele com uma prótese no joelho, ela com uma prótese na anca. Quando tentavam fazer sexo era um choque de titânios.]]></description></item><item><title>Já nas livrarias «A Grande Arte» de Rubem Fonseca</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4820</link><description><![CDATA[<img src=http://www.pnetcronicas.pt/imagens/201212094737_28.JPG border=0><br/><br><br>A Sextante acabou de lançar <i>A Grande Arte</i>, do escritor brasileiro Rubem Fonseca, numa edição que tem um prefácio do secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, e um posfácio do vencedor do prémio Nobel da Literatura, Mario Vargas Llosa. Trata-se, segundo a editora, de um romance sobre “o crime nas altas esferas sociais e no <i>bas-fond</i> do Brasil, assassinos profissionais, um advogado vingador e a “grande arte” de manejar uma arma branca.<br />Rubem Fonseca, que em 2003 venceu o Prémio Camões, já viu editados pela Sextante Editora os romances <i>O seminarista</i> e <i>Bufo & Spallanzani</i>, este último finalista do Prémio Literário Casino da Póvoa/Correntes d’Escritas.</br><br><b>Sobre o livro:</b> «O assassinato de duas prostitutas, no Rio de Janeiro, que, de início, parece obra de um maníaco sexual, abre uma caixa de Pandora de onde vão brotando, no decorrer de uma ação trepidante, as complexas ramificações de um tenebroso sindicato do crime. A história passa-se em boîtes e bares sórdidos, em sumptuosas mansões do Rio, em vilarejos da fronteira entre a Bolívia e o Brasil, onde reinam a cocaína e o crime, bem como na interminável viagem de um comboio que percorre metade do Brasil com <i>couchettes</i> que rangem sob o peso de casais fazendo sexo.»<br /><b>Do posfácio de Mario Vargas Llosa</b></br><br>«É necessário que <i>A Grande Arte</i> seja lido e relido, aberto em qualquer página a meio da noite, fechado com irritação ou anotado nas margens, como um código.<br />[…]<br />Enfim, <i>A Grande Arte</i> é um livro quase perfeito. O seu único defeito é ter um último capítulo. Um livro assim não pode terminar, bem vistas as coisas.»<br /><b>Do prefácio de Francisco José Viegas</b></br><br><b>Retirado daqui: </b><a href=&quot;http://portalivros.wordpress.com/2012/01/19/ja-nas-livrarias-a-grande-arte-de-rubem-fonseca/&quot;>http://portalivros.wordpress.com/2012/01/19/ja-nas-livrarias-a-grande-arte-de-rubem-fonseca/</a></br></br>]]></description></item><item><title>Hóstia 20-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4819</link><description><![CDATA[
Os gatos e os humanos têm em comum o facto de que o gato mia e a anatomia.]]></description></item><item><title>Hóstia 19-2012</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4818</link><description><![CDATA[
Os rituais da Loja Mozart iniciam-se ao som da "Valsa dos Detectives" dos GNR.]]></description></item><item><title>O Horizonte vazio do capitalismo por Francisco Oneto</title><link>http://www.pnetcronicas.pt/cronica.asp?id=4816</link><description><![CDATA[<br>Fez esta segunda-feira oito dias, João Marques de Almeida, 'professor universitário' (é assim que se identifica), escrevia no “Económico”, defendendo a política de Passos Coelho, que a ideologia deste governo “de salvação nacional” é salvar “a legitimidade democrática da democracia portuguesa”, contra a acusação da oposição de que apenas prossegue «<a href=&quot;http://economico.sapo.pt/noticias/radicalismo-ideologico_135395.html&quot;>uma agenda “neo-liberal” (seja ela o que for porque ainda não vi alguém definir “neo-liberalismo”)</a>»… Ora isto de dizer que não sabe o que é o neo-liberalismo é um tique ideológico que revela uma de duas coisas: ou ignorância ou desonestidade intelectual. E o que é igualmente grave é, também, o implícito insulto ao povo chileno. Fez-me lembrar os tipos que dizem que em Portugal não existiu fascismo, apenas um regime autoritário. Esta cortina de fumo visa descolar as coisas dos nomes, fugindo à verdade. 'Descolar' pode até ser eufemismo, pois do que se trata aqui, também, é de uma forma de agressão conceptual que pretende, desde logo, descredibilizar o adversário. Mas a situação é bastante clara, apesar da distorção e do ruído sistemático de que se nutre esta legitimidade hegemónica: a expressão apostólica do neoliberalismo nutre-se da sua própria negação. Recusa confrontar-se com a realidade imoral do seu passado ou com os efeitos nefandos das suas propostas. Por isso nega também a história e a historicidade da economia. Os modelos de tipo auto-regulado, como um termostato, necessitam sempre de uma ordem de complexidade superior. Por isso estes adeptos da Mão Invisível, que nos dizem que é preciso empobrecer, para que se concretize o modelo que advogam, necessitam também eles de uma meta-ordem que lhes assegure as políticas sujas de desmantelamento das instituições, por forma a que sem intermediações reguladoras, o factor trabalho fique desprotegido e sem reacção face à ofensiva dos saqueadores. Por isso eles precisam do Estado - para o canibalizar. Mont Pelerin Society, Friedman e Pinochet, Reagan e Tatcher, o Consenso de Wahington… - tudo fantasias, hein? Mais e pior: este preconceito contra o uso do termo “neo-liberalismo” projecta nos outros o seu veneno de mentira, de dissimulação, de ocultação, de manipulação mediática, invertendo as acusações com recurso a termos que ele também precisará certamente de definir no seu ideário, do tipo ‘radicalismo’, ou ‘extrema esquerda’, por exemplo, usados geralmente para denegrir quem se esforça pela decência do bem comum - e aqui, claro, já não reconhecem &quot;armas de arremesso ideológico&quot;. A esperteza é sempre a mesma: negar-se, ou até mesmo contestar-se ritualmente, para melhor legitimar a perpetuidade iníqua da sua condição. É ver, por isso, Vítor Bento, João Duque, Cantiga Esteves e companhia, ombreando com banqueiros e outros, na afirmação de que o neoliberalismo não existe, não sabem o que é, que é apenas um soundbite de arremesso político, etc… Noutros casos, vigora a ideia de que as mentiras repetidas até à exaustão produzirão alguma verdade, tal como no mistério da transubstanciação, ou da criação de valor...<br /><br />Se o João Marques de Almeida precisar de bibliografia, eu recomendar-lha-ia, assim como a maior parte dos académicos que conheço certamente fariam. Mas duvido que ele precise. Precisará o João Marques de Almeida de definir ‘capitalismo’? A sua ciência são definições? Nem Wallerstein, nem Hobsbawm nem Braudel se reduzem a isso. E a flutuabilidade do significante, que lugar lhe reserva no horizonte da condição humana? Decididamente, penso que a rejeição da expressão corrente ‘neo-liberalismo’’ por parte destes seus acólitos mais não revela do que a rejeição do próprio sentido crítico implícito na identificação e na interpretação histórica dos fenómenos sociais e da sua dinâmica. Se pensarmos que para esta gente, como para a baronesa Tatcher, a “sociedadede” também não existe, então percebe-se um pouco melhor o esvaziamento agressivo dos laços sociais e a natureza do preconceito contra este <i>tropos </i>tão amplamente trabalhado na academia há mais de uma década, tanto pelos economistas heterodoxos, como pelos politólogos, geógrafos, sociólogos, antropólogos, filósofos… e até mesmo – veja bem, João Marques de Almeida: por jornalistas, comentadores e políticos!… É claro que, entre estes últimos, o panorama é diverso, mas há ilustrações reveladoras. Ontem mesmo, por exemplo, Mário Crespo entrevistava Arménio Carlos, da CGTP, e reagia incomodado ao facto deste usar, naturalmente, a palavra 'exploração', nunca deixando uma sequência de pensamentos do entrevistado chegar ao seu termo, interrompendo muito. A exploração do homem pelo homem, ou a exploração do trabalho por parte do capital, é um tópico histórica e sociologicamente elementar, mas apesar disso, Mário Crespo - depois de se referir aos &quot;privilégios&quot; dos trabalhadores - diz lá na sua languidez pastelosa que o termo é muito forte. Parece que há muita gente, mesmo, empenhada na descredibilização dos adversários... Para além de terem capturado nações, estados, empresas, media... e de sugarem alarvemente das carótidas indefesas da economia, isto é gente capaz de querer sequestrar também as palavras...<br /><br>POSTADO POR FRANCISCO ONETO</br><br>Retirado daqui: <a href=&quot;http://triplom.blogspot.com/2012/01/o-horizonte-vazio-do-capitalismo.html&quot;>http://triplom.blogspot.com/2012/01/o-horizonte-vazio-do-capitalismo.html</a></br></br>]]></description></item></channel></rss>
